
Europeus fornecem a mais exata imagem da gravidade na Terra
ESA/HPF/DLR | ||
Modelo da gravidade na Terra fornecerá dados oceanográficos e da estrutura interna do planeta |
Fonte: Yahoo.com.br
ESA/HPF/DLR | ||
Modelo da gravidade na Terra fornecerá dados oceanográficos e da estrutura interna do planeta |
“Queremos garantir o prosseguimento do estudo do professor, agora com mais que uma especialização. Seguindo a experiência dos países desenvolvidos do ponto de vista educacional, nós vamos estender as bolsas de mestrado para os profissionais da escola pública que tenham interesse neste diploma ”, explicou o ministro.
O primeiro caso confirmado, em 25 de agosto, foi de um surfista do Rio de Janeiro, de 41 anos, que esteve na Indonésia.
O segundo caso, um homem de São Paulo, com 55 anos, que também esteve na Indonésia, foi diagnosticado em 29 de setembro. O terceiro caso, confirmado dia 3 de dezembro, é de uma mulher. Ela tem 25 anos, mora em São Paulo e viajou para a Índia.
Eles entraram no Brasil infectados pelo vírus. A doença é transmitida também pelo Aedes albopictus, o mosquito transmissor da febre amarela.
O professor Pedro Tauil, do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade de Brasília, integra equipe do Ministério da Saúde que investiga a entrada do vírus no Brasil. Em entrevista à agência de notícias da UNB (Universidade de Brasília), ele explica como se contrai, os sintomas, tratamento e seu poder de letalidade.
Segundo ele, os sintomas são parecidos, mas não os mesmos da dengue. Se resumem a febre de 39 graus, dores pelo corpo e, principalmente, dores articulares, que são prolongadas. Pode ser grave, mas são bem mais raros que nos casos de dengue. Apesar de não ser tão letal quanto à dengue, a pessoa precisa tomar analgésicos, e até corticoides para aliviar as dores.
A doença leva ao menos sete dias para se manifestar. Se a pessoa infectada for picada por um outro mosquito, esse mosquito se infecta e passa para outros, de 7 a 10 dias. Isso acontece para a dengue e a chikungunya, explica Tauil.
No entanto, para o pesquisador a aparição da doença no país não é motivo de pânico, pois ela tende a ser mais leve do que a dengue. O ideal é acabar com focos de proliferação do mosquito.
- Agora, não é o momento para se criar pânico, primeiro porque é uma doença aparentemente mais benigna que dengue.
Casos importados já chegaram e provavelmente vão chegar outros, enquanto ninguém tem pretensões de acabar com o Aedes aegytpi e o Aedes albopictus. O mais importante para prevenir é evitar o mosquito.
Fonte: Portal R7 Notícias.