domingo, 27 de março de 2011
Algumas considerações sobre a Globalização
sábado, 26 de março de 2011
Professores do ensino básico público terão bolsas de mestrado pela Capes
“Queremos garantir o prosseguimento do estudo do professor, agora com mais que uma especialização. Seguindo a experiência dos países desenvolvidos do ponto de vista educacional, nós vamos estender as bolsas de mestrado para os profissionais da escola pública que tenham interesse neste diploma ”, explicou o ministro.
fonte: Blog do Planalto
quarta-feira, 16 de março de 2011
Dengue sai pra lá!
não podemos vacilar
pneus velhos e garrafas secas
encostadas com água parada
nem pensar.
Se você ama sua vida então
vamos lutar e com o mosquito
da dengue acabar
em qualquer tiquinho de água
ele pode procriar.
Se a gente vacilar a morte ela
pode nos levar
então lá vai algumas dicas como
a dengue não pegar
Encha pratinhos de plantas com
bastante areia
derrame água de pneus velhos
garrafas com boca para baixo
caixas de águas bem tampadas.
Não podemos esquecer nessa luta
temos que vencer.
Aluna: Maria do Céu Leopoldo Nascimento Turma: 9º Ano "A"
Atividade realizada na disciplina de Língua Portuguesa, ministrada pela Professora Jeane Mendes Pinheiro.
domingo, 6 de março de 2011
CARNAVAL - um pouco de História.
Foram na intenção da Deusa Isis, no Egito Antigo, as primeiras celebrações carnavalescas.Com a evolução da sociedade grega evoluiram os rituais, acrescidos da bebida e do sexo, nos cultos ao Deus Dionisus com as celebrações dionisíacas.
Na Roma Antiga bacanais, saturnais e lupercais festejavam os Deuses Baco, Saturno e Pã. A Sociedade Clássica acrescenta ainda uma função política de distenção social às celebrações, tolerando o espírito satírico, a crítica aos governos e governantes nos festejos.
A civilização judaico cristã fundamentada na abstinência, na culpa, no pecado, no castigo, na penitência e na redenção renega e condena o carnaval e muito embora seus principais representantes fossem contrários à sua realização, no séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a sua evolução imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras quando permitiu que em frente ao seu palácio, na Via Lata, se realizasse o carnaval romano. Como a Igreja proibira as manifestações sexuais no festejo, novas manifestações adquiriram forma: corridas, desfiles, fantasias, deboche e morbidez. Estava reduzido o carnaval à celebração ordeira, de carater artístico, com bailes e desfiles alegóricos.
Depois do Egito, o primeiro, do segundo em Grécia e Roma Antigas e do terceiro, no Renascimento Europeu, particularmente em Veneza, o Carnaval encontra no Rio de Janeiro o seu quarto centro de excelência resgatando o espírito de Baco e Dionisus em tese de Hiram Araújo, estudioso do carnaval e do samba, ao contar uma história que completa seu sexto milênio e que acompanha a própria história da humanidade, a história do carnaval, considerando os seus Centros de Excelência, dividida em quatro períodos: o Originário, (4.000 anos a.C. ao século VII a.C.), o Pagão, (do século VII a.C. ao século VI d.C.), o Cristão ( do século VI d.C. ao século XVIII d.C.) e o Contemporâneo (do século XVIII d.C. ao século XX).
Fonte: http://artes.com/carnaval/historia.html
terça-feira, 1 de março de 2011
Nova doença transmitida pelo mosquito da dengue chega ao Brasil
O primeiro caso confirmado, em 25 de agosto, foi de um surfista do Rio de Janeiro, de 41 anos, que esteve na Indonésia.
O segundo caso, um homem de São Paulo, com 55 anos, que também esteve na Indonésia, foi diagnosticado em 29 de setembro. O terceiro caso, confirmado dia 3 de dezembro, é de uma mulher. Ela tem 25 anos, mora em São Paulo e viajou para a Índia.
Eles entraram no Brasil infectados pelo vírus. A doença é transmitida também pelo Aedes albopictus, o mosquito transmissor da febre amarela.
O professor Pedro Tauil, do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade de Brasília, integra equipe do Ministério da Saúde que investiga a entrada do vírus no Brasil. Em entrevista à agência de notícias da UNB (Universidade de Brasília), ele explica como se contrai, os sintomas, tratamento e seu poder de letalidade.
Segundo ele, os sintomas são parecidos, mas não os mesmos da dengue. Se resumem a febre de 39 graus, dores pelo corpo e, principalmente, dores articulares, que são prolongadas. Pode ser grave, mas são bem mais raros que nos casos de dengue. Apesar de não ser tão letal quanto à dengue, a pessoa precisa tomar analgésicos, e até corticoides para aliviar as dores.
A doença leva ao menos sete dias para se manifestar. Se a pessoa infectada for picada por um outro mosquito, esse mosquito se infecta e passa para outros, de 7 a 10 dias. Isso acontece para a dengue e a chikungunya, explica Tauil.
No entanto, para o pesquisador a aparição da doença no país não é motivo de pânico, pois ela tende a ser mais leve do que a dengue. O ideal é acabar com focos de proliferação do mosquito.
- Agora, não é o momento para se criar pânico, primeiro porque é uma doença aparentemente mais benigna que dengue.
Casos importados já chegaram e provavelmente vão chegar outros, enquanto ninguém tem pretensões de acabar com o Aedes aegytpi e o Aedes albopictus. O mais importante para prevenir é evitar o mosquito.
Fonte: Portal R7 Notícias.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Manifestações Populares no Oriente Médio
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| Manifestação em Tripoli contra o governo de Muammar Kadafi |
Protestos pacíficos contra os regimes autocráticos se espalham por quase todo o Oriente Médio (Bahrein, Líbia, Iêmen, entre outros). A onda extraordinária popular em busca de libertação (liberdade de expressão, de pensamento, fazer parte das decisões políticas, possibilidade de moradia, saúde, emprego e dignidade) parece mais uma "tsunami" social.
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| "Queremos liberdade", diz o cartaz |
P. S.: Esse texto foi produzido após alguns questionamentos com os alunos do 9º "A" e 9º "B" sobre a temática Introdução ao estudo do Século XX e início do Século XXI.
Por Lima Júnior
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
VOCÊ SABIA?
| Pterodáctilo |
age fotostock/SuperStock
Despedida do TREMA
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!....
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. O dois pontos disse que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra... E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nos vemos nos livros antigos. saio da língua para entrar na história.
Adeus,
Trema.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Estado, Território, Nação e Poderes da República
Território:Porção do espaço que é delimitada, onde se constituem relações de poder, estando sob a tutela do Estado.
Nação: Conjunto de habitantes que vivem num território, nele estabelecendo vínculos, estando subordinados ao Estado.
Poder Executivo: Aquele que executa as léis, os projetos. É respresentado pelos Prefeitos, Governadores e Presidente.
Poder Legislativo: Aquele que cria as léis e fiscaliza as ações do Poder Executivo. É respresentado pelos Vereadores, Deputados Estaduais, Federais e Senadores.
Poder Judiciário: Aquele que tem a função de resguardar a lei e julgar aqueles que a descumpre. É representado pelos Juízes, Desembargadores, Promotores.
Ao ser discutido a temática acima nas turmas de 9° anos da escola foi realizada uma atividade prática onde os alunos se dividiram em grupos e cada qual elaborou propostas de lei para serem aplicadas a escola, as comunidades locais e até ao município. Dentre elas podemos destacar:
- Capacitação para os funcionários de cada escola;
- Uniformização da vestimenta escolar;
- Cursos preparatórios para os alunos em áreas diversas;
- Defesa a maus tratos com alunos, professores e funcionários;
- Pagamento pelo dano causado ao ambiente escolar como pixações, destruição de materais como cadeiras, mesas, lâmpadas, janelas, etc;
- Aula de dança. música e teatro para os alunos;
- Identificação de cada estudante através de carteirinha;
- Implantação do Programa Mais Educação;
Fonte: Projeto Araribá - 9° ANO - Editora Scipione.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Livros custam R$ 87 mi por ano
O MEC repõe 16% das obras didáticas distribuídas a alunos das escolas públicas todos os anos
Brasília. Todos os anos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pelos programas do livro didático, precisa repor em torno de 16% das publicações compradas para serem distribuídas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas do País.
A coordenadora do FNDE conta que algumas escolas escolhem um dia na primeira semana para encapar os livros junto com os alunos ou promovem gincanas no fim do ano premiando as turmas que tiveram o maior número de exemplares devolvidos. Os índices mais altos de má conservação, segundo o FNDE, são dos estados do Norte e Nordeste: 20% das obras precisam ser respostas anualmente. No Sul, esse patamar é de 10% e no Sudeste e Centro-Oeste, de 15%.
De acordo com a coordenadora-geral dos Programas do Livro, Sonia Schwartz, o índice está dentro do esperado e nunca será "zerado". Ainda assim, representa um gasto anual de R$ 87 milhões.
Os livros comprados pelo MEC e distribuídos às escolas públicas têm durabilidade prevista de três anos. A exceção são os exemplares destinados aos alunos do 1° ano do ensino fundamental para alfabetização, que são "consumíveis". "A reposição é natural. Sempre tem um livro que é extraviado, ou que molha, estraga ou o aluno perde", aponta Sonia. Ainda assim, ela alerta que as escolas precisam orientar os alunos para o bom uso do material - e dos recursos públicos.
O início das atividades escolares é um período propício para que a escola trabalhe com os alunos a importância de conservar bem as obras. Uma das estratégias adotadas é pedir aos pais que assinem um termo de compromisso quando o livro que é entregue no início do ano. Sonia diz que não há previsão de multa ou outra penalidade caso o material não seja devolvido ao fim do período letivo, mas ressalta que é importante a escola ter esse tipo de controle.
O procedimento é adotado pela Escola Classe da 206 Sul, em Brasília. Segundo a professora Erika Dinato, em geral os alunos "cuidam muito bem" do material. "Minha mãe encapa os livros todo ano. A professora fala sempre para não riscar e ele fica aqui na escola, na estante. A gente só leva para casa quando tem dever", conta Suelen Kriebel, aluna do 4° ano do ensino fundamental.
Sônia Guedes, também professora da escola, conta que um argumento forte para convencer os alunos a conservarem os livros é que no ano seguinte ele será utilizado por um colega. "A gente diz que no ano seguinte o livro vai de um irmão mais novo. A maioria tem irmão na escola e quando é ele quem vai usar no ano que vem os alunos têm o maior cuidado", afirma.







