domingo, 13 de fevereiro de 2011

PROBLEMAS DE MATEMÁTICA

ATENÇÃO! ATENÇÃO!



Após o carnaval, todos meses, haverá um problema neste blog para que os alunos possam tentar resolver e desenvolver raciocínio lógico.



AGUARDE...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MOBILIZAÇÃO CONTRA A DENGUE

Aedes aegyptiO aumento do número de casos de dengue, inspirou várias preocupações relativas ao seu controle e, entre elas, a alta infestação pelo mosquito transmissor da doença, que se constitui em alerta para o risco das epidemias de dengue.

O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. Parece que chegou às Américas nos navios que traziam escravos da África.
 Menor que os mosquitos comuns, o Aedes aegypti é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
 O macho, como os de qualquer espécie, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas de objetos, próximos a extensas superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. No momento da postura são brancos, mas logo se tornam negros e brilhantes.
 Mesmo quando a água seca, os ovos não morrem e eclodirão ao primeiro contato com a água. Se foram postos por uma fêmea contaminada pelo vírus da dengue, ao completarem seu ciclo evolutivo, transmitirão a doença.
 O Aedes aegypti é um mosquito urbano, embora já tenha sido encontrado na zona rural. Acredita-se, porém, que para lá tenha sido levado em recipientes que continham ovos ou larvas. Próprio das regiões tropical e subtropical, não resiste a baixas temperaturas nem a altitudes elevadas. Desenvolve-se por metamorfose completa. Seu ciclo de vida, portanto, compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto.
 Estudos demonstram que, uma vez infectada e isso pode ocorrer numa única inseminação, a fêmea transmitirá o vírus por toda a vida, havendo a possibilidade de pelo menos parte de suas descendentes já nascerem portadoras do vírus.
 As fêmeas preferem o sangue humano como fonte de proteína ao de qualquer outro animal vertebrado. Em geral, escolhem pés e tornozelos porque voam baixo. Atacam de manhãzinha ou ao entardecer. Sua saliva possui uma substância anestésica, que torna quase indolor a picada. Tanto as fêmeas quanto os machos abrigam-se dentro das casas ou nos terrenos ao redor.

Dicas para combater o mosquito e os focos de larvas.
Clique na foto para ampliar

 Nota do blog: Estamos de volta às aulas e precisamos ter cuidado com a dengue. Vamos evitar de jogar sacos plásticos, garrafas, copos e qualquer objeto que possa propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento dos mosquitos.

Construa sua própria bússola!

Você pode fabricar esse instrumento de orientação com materiais simples e baratos.

Que tal construir você mesmo sua própria bússola? Esse instrumento já era usado há cinco séculos pelos navegadores para se localizar nos oceanos! Pois você pode construir uma bússola com materiais simples e baratos. A agulha de uma bússola nada mais é do que um pequeno ímã que gira sobre um eixo. Assim, para construir uma, você precisa, em primeiro lugar, produzir esse pequeno ímã. Depois, é só montá-lo sobre um apoio, de forma que possa girar livremente.

Do que você precisa:

- um ímã em barra (desses usados para fechar portas de armário, por exemplo, facilmente encontrado em lojas de ferragens ou de materiais para construção);
- grampo metálico daqueles usados para fechar pastas (veja as figuras);
- martelo;
- um prego;
- uma rolha;
- uma agulha.

Como fazer:


1) Abra o grampo e dobre suas hastes.

2) Usando o prego e o martelo, faça uma pequena saliência na parte central da cabeça do grampo. O ponteiro da bússola está quase pronto. Agora, só falta imantá-lo.

3) Quando esfregamos um arame ou uma barrinha de aço ou de ferro sobre um ímã, obtemos novos ímãs. Portanto, pegue o ímã que você adquiriu e esfregue o grampo contra a lateral dele, tomando muito cuidado para não fazer movimentos de ida e volta durante o processo: esfregue o grampo somente em um sentido. Repita algumas vezes esse movimento e, pronto, o grampo estará imantado e, seu ponteiro, pronto.

4) Para fazer a base da bússola, enfie a agulha na rolha, deixando a ponta para cima. Equilibre o grampo sobre a ponta da agulha.

5) Pode acontecer de o grampo não ficar perfeitamente equilibrado. Para resolver esse problema, você pode enfiar pedacinhos de canudos de refresco nas pontas do grampo, até que o equilíbrio seja atingido.

6) Falta testar a bússola: aproxime o ímã de uma das extremidades do ponteiro. Se tudo estiver certo, ela deve ser atraída por um dos pólos do imã e repelida pelo outro. Se isso ocorrer, sua montagem está em ordem. Agora, afaste da bússola tanto o ímã como outros objetos metálicos: ela deverá funcionar como qualquer outra, ou seja, indicando a direção Norte-Sul. 
 
Dica do Professor Norberto Cardoso Ferreira, Instituto de Física, Universidade de São Paulo.

Você sabia que a maior montanha do Brasil fica na Amazônia?

Ao contrário do que muitos imaginam, a região amazônica não é somente uma imensa planície

Ilustração: Jaca É isso mesmo que você acaba de ler. A mais alta montanha do nosso país – o Pico da Neblina – fica na maior floresta tropical do mundo: a Amazônia. Para ser mais preciso, na Serra do Imeri, que está localizada no estado do Amazonas, na fronteira do Brasil com a Venezuela, e tem, em suas proximidades, áreas dos índios Yanomamis.
E quanto mede o ponto culminante do Brasil? Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Pico da Neblina tem quase 2.994 metros – para ser mais preciso: dois mil, novecentos e noventa e três metros e setenta e oito centímetros!

Talvez você esteja se perguntando como a maior montanha brasileira pode ficar na Amazônia. A maioria das pessoas imagina essa região como uma imensa planície, mas essa idéia não corresponde à verdade. A planície amazônica praticamente se restringe às regiões próximas e de influências diretas do Rio Amazonas e de seus grandes afluentes. Mas, existem outras regiões adjacentes, onde há a presença de serras, morros, colinas e montanhas.

Curiosamente, na Serra do Imeri, onde fica o Pico da Neblina, o ponto culminante brasileiro, encontramos, também, a segunda montanha mais alta do país: o Pico 31 de Março, que tem 2.972,66 metros. Sabia que até bem pouco tempo se pensava que o Pico 31 de Março e o Pico da Neblina eram maiores do que realmente são? Pois é! Até 2004, livros e mapas indicavam que o Pico da Neblina media 3.014,1 metros. Já a altura do Pico 31 de Março era definida como sendo de 2.992,4 metros. Tudo por causa do resultado obtido em medições feitas na década de 1960. Porém, novas medições realizadas pelo IBGE nos maiores picos do Brasil, usando tecnologia mais avançada, chegaram a números mais precisos, divulgados em 2004: 2.993,78 metros para o Pico da Neblina e 2.972,66 metros para o Pico 31 de Março.

Tanto o Pico 31 de Março como o Pico da Neblina não se formaram do mesmo jeito que a maioria das montanhas do planeta. Talvez você não saiba, mas a crosta terrestre é dividida em vários grandes pedaços: as placas tectônicas, que se movimentam, podendo se afastar e se chocar, levando consigo os continentes. Em geral, uma montanha surge com a colisão entre as bordas das placas tectônicas. Acontece que o Pico da Neblina e o 31 de Março não surgiram assim, mas pela fragmentação do interior da placa tectônica Sul-americana durante afastamento ocorrido no Mesozóico. Existem poucos exemplos desses no mundo. Por isso, é tão importante estudar essas montanhas!


Maurício Borges

Instituto de Estudos Superiores da Amazônia

Plural dos Substantivos em inglês

Olá pessoal, vamos falar sobre plural dos substantivos. Algumas pessoas se atrapalham com o plural, mas hoje vamos aprender de forma detalhada para tirar todas as dúvidas.
A regra geral do plural você acrescenta o s ao substantivo:
Boy – Boys
River – Rivers
Notebook – Notebooks
Nos substantivos terminados em ch, sh, ss, x, z e o acrescentamos es:
Church -  Churches
Brush  –   Brushes
Glass  –   Glasses
Box   –     Boxes
Topaz  -  Topazes
Potato  -  Potatoes
Os substantivos abaixo terminados em f ou fe, mudam o f para v e recebem es para formar o plural.
Wife –  Wives                 Calf  –  Calves
Life –   Lives                  Leaf  – Leaves
Knife – Knives                Loaf –  Loaves
Wolf –  Wolves               Thief – Thieves
Shelf – Shelves               Half  – Halves
Self  –  Selves                 Sheaf – Sheaves
Os substantivos terminados em y precedido de consoante substitui o y por ies:
City – Cities
Family – Families
Story – Stories
Os substantivos terminados em y precedido de vogal seguem a regra geral:
Boy – Boys
Day – Days
As palavras estrangeiras conservam geralmente o plural de origem:
Datum – Data
Phenomenon – Phenomena
Genius – Genii
Crisis – Crises
Nucleus – Nuclei
Substantivos com plural irregular:
Tooth – Teeth
Foot  –  Feet
Child  – Children
Mouse – Mice
Woman – Women
Man – Men

Valeu pessoal, até a próxima!!!

Como funciona o relógio de pulso?

Por volta de 1907 ou 1908, Santos-Dumont disse a Louis Cartier, um fabricante de relógio da época, que sentia necessidade de medir o tempo de vôo, em suas aeronaves, sem precisar tirar as mãos dos comandos. Cartier mandou fazer, então, um relógio preso ao pulso para o aviador usar. O “modelo Santos” passou a ser vendido em 1911. Por ser usado por uma personalidade do porte de Santos-Dumont, fez enorme sucesso. Virou moda.

Atualmente, o que não faltam são relógios de pulso à venda. Mas como eles conseguem marcar o tempo? Um relógio precisa basicamente de três coisas para funcionar: de energia, de um mecanismo para medir a passagem do tempo e de uma forma de mostrar que horas são. Assim, podemos dizer que há dois tipos de relógio de pulso hoje: os mecânicos e os eletrônicos.

Os primeiros relógios mecânicos foram inventados em meados do século 19. O mecanismo deles era – e ainda é – cheio de engrenagens, parafusos, molas etc. Quem marca o tempo nesses acessórios é uma roda, que oscila de um lado para o outro. Por isso, para fazer esses relógios funcionar, é preciso dar corda neles. Afinal, se a roda oscilasse sozinha, ia acabar parando. Ao darmos corda no relógio, porém, enrolamos uma mola, feita de metal fino, que impulsiona a roda, permitindo que ela continue oscilando e marcando o tempo.

O relógio de pulso a corda fez sucesso até a década de 1920, quando se criou o modelo automático, que não precisava receber corda manualmente, pois isso era feito pelo rotor, uma peça que girava quando o usuário movia o braço. Embora tenham atingido seu auge nos anos 1970, os automáticos – como os relógios a corda – ainda são vendidos hoje. Mas param de funcionar após dois dias sem uso, o que não ocorre com o relógio a quartzo, o mais vendido hoje.

Esse relógio só pára quando acaba a bateria, que pode ser substituída. Ele também não mede o tempo como os relógios automáticos ou de corda. Nesse modelo, que passou a ser fabricado em larga escala no final da década de 1960, o tempo é medido pela “vibração” de cristais de quartzo e não pelo movimento de uma roda, o que o torna mais preciso.

Por ter muitos componentes eletrônicos, o relógio a quartzo é um relógio... eletrônico! Nas últimas décadas, os relógios eletrônicos digitais se tornaram populares. Neles, uma tela – de cristal líquido – mostra as horas por meio de números, substituindo os ponteiros dos relógios mecânicos. O seu mecanismo emprega ainda um chip , como os dos computadores, o que dá a eles várias funções: alarmes, agenda, banco de dados, calculadora etc. Há também modelos que são meio analógicos (com ponteiros e a quartzo) e meio digitais (com telas de cristal líquido).

No tempo de Santos-Dumont, relógios eram caros, vendidos em joalherias ou relojoarias e feitos para durar décadas. Hoje, são mais baratos e estão à venda até em barracas de camelô. Ruim? Veja pelo lado bom: hoje qualquer um pode ter um relógio! E o seu? De que tipo é?

Extraído da revista Ciência Hoje das Crianças

Os Números

Os números que escrevemos são formados por algarismos (1, 2, 3, 4, etc) chamados de algarismos arábicos, para distinguí-los dos algarismos romanos (I; II; III; IV; etc.).

Os árabes popularizaram esses algarismos, mas sua origem remonta aos tempos mercadores fenícios que os utilizavam para contar e para fazer a contabilidade comercial.

Você já se perguntou alguma vez, por que 1 é “um”, 2 é “dois”, 3 é “três.......?

Qual a lógica que existe nos algarismos arábicos?

Fácil, muito fácil…!

É a quantidade de ângulos no algarismo

Veja como eram escritos os algarismos na sua forma primitiva e constate!...




E o mais interessante e inteligente de todos...
Nunca é tarde para aprender.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Você é um professor digital?

A pergunta é muito simples: você é um professor digital? Não sabe? Que tal, então, fazer o teste proposto pelo professor José Carlos Antonio. Além de físico e autor de livros didáticos para o Ensino Médio, José Carlos é o moderador do fórum Internet na Escola do Educarede, bem como um dos responsáveis pela formação de dinamizadores de professores do projeto Promenino.

De acordo com José Carlos, um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computador para ele mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva com seus alunos.

Eis, abaixo, as “habilidades” que o professor acredita que devem fazer parte do perfil de um professor digital. Aproveite e faça você mesmo o teste para medir o quanto você se enquadra no perfil do professor digital.
1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos duas vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);

2. Possuir um blog, um site ou uma página atualizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoas;

3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;

4. Possuir algum programa de troca de mensagens on-line, como o MSN, com, no mínimo, dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana, em média;

5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;

6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);

7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;

8. Preparar pelo menos uma aula por bimestre sobre um tema de sua disciplina onde os alunos usarão os computadores e a Sala de Informática de forma produtiva e não apenas para “matar o tempo”;

9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;

10. Manter-se atento para as novas possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tentar implementar novas metodologias em suas aulas.

Afinal, quem é você, professor?

Extraído do blog cotidiano escolar

sábado, 29 de janeiro de 2011

ESTAMOS DE VOLTA!

"A educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, com todos os
seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal".

(Friedrich Froebel)

“O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."


(Rubem Alves)

Que esse ano letivo seja repleto de realizações, e, que todos imbuídos do conhecimento que liberta e nos encaminha para a criticidade, possamos estar convictos que não se transforma a realidade em que estamos inseridos sem desenvolvermos o ato de sonhar, de conhecermos a infinita capacidade humana em seus diversos aspectos.

Um Feliz início de Ano Letivo a todos!

Até a volta.

Prof. Mauro Marciel...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PARABÉNS ELIONEIDE

Parabens à nossa ex-aluna ANTONIA ELIONEIDE FEITOZA PRAXEDES, aprovada em História na UERN - Mossoró. Motivo de muito orgulho para a equipe da escola. Desejamos muito sucesso minha querida.